Alternativo e indie: o rock e o pop feitos fora da grande gravadora, ou pelo menos com esse jeito. O que é, de onde vem e os discos de maior média.
Alternativo começou como endereço, não como som: era a música que saía por selo pequeno e tocava na rádio universitária, fora do circuito das grandes gravadoras. Com o tempo virou estética. Guitarra com mais textura que virtuose, voz menos polida, letra mais torta.
A linha passa por R.E.M., The Smiths, Pixies e Sonic Youth nos anos 80, explode com Nirvana e Radiohead nos 90 e se espalha no indie dos 2000: The Strokes, Arcade Fire, Arctic Monkeys, Tame Impala. Indie pop e indie rock moram aqui, porque na prática dividem palco, público e prateleira.
No Brasil o rótulo cobre de Los Hermanos a Boogarins e muita banda nova que grava em casa. Discos para começar: OK Computer, do Radiohead; Funeral, do Arcade Fire; Currents, do Tame Impala; e Bloco do Eu Sozinho, dos Los Hermanos.
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