Quantas faixas fazem um EP, quando vira álbum e por que isso muda o jeito de dar nota.
Single, EP e álbum são os três formatos em que uma música chega ao mundo. A diferença parece óbvia até alguém lançar um "álbum" de seis faixas ou um "EP" de 25 minutos. Aqui vai o que separa cada um, e por que isso muda o jeito de dar nota.
É uma música lançada sozinha, às vezes com uma ou duas versões junto (remix, acústico, versão estendida). Serve para apresentar uma fase nova ou manter o artista tocando entre um disco e outro.
A régua das plataformas: de 1 a 3 faixas, com menos de 30 minutos no total.
Do inglês extended play. É maior que um single e menor que um álbum: um conjunto curto de músicas, muitas vezes com um tema só. Artista novo usa EP para se apresentar; artista grande usa para um projeto paralelo.
A régua das plataformas: de 4 a 6 faixas, com menos de 30 minutos no total.
O formato completo. Músicas pensadas para ser ouvidas juntas, em uma ordem, do começo ao fim. É onde o artista diz o que tem a dizer.
A régua das plataformas: 7 faixas ou mais, ou mais de 30 minutos.
A régua é a que Spotify, Apple Music e as distribuidoras usam para classificar lançamentos. O artista pode chamar como quiser; a plataforma classifica pela contagem.
Uma música sozinha se avalia direto: você ouve e dá a nota. Um disco não. Dar um número só para um álbum de 15 faixas é resumir 15 decisões em uma, e quase sempre o single vence a conta.
Por isso o sulca, site brasileiro de avaliação de música, separa os dois:
A divisão é pela contagem de faixas: lançamento com até duas músicas se avalia como single; a partir de três, faixa a faixa.
Agora escolha um EP que você gosta e veja se a nota que você daria de cabeça bate com a média das faixas. Avalie no sulca, compartilhe o card e marque @sulca.app no Instagram.