O oitavo disco da Tinashe, a primeira parceria entre Madonna e Charli xcx, e quatro faixas novas da Taylor. O que saiu na semana, com o caminho para dar a sua nota.
Semana cheia: um disco novo de verdade, um encontro que ninguém esperava e uma reedição que veio com quatro faixas inéditas.
Oitavo disco da Tinashe, dezesseis faixas em pouco mais de 39 minutos, saído pela Nice Life, pela Atlantic e pelo selo dela. Veio depois de quatro singles espalhados pelo ano: "Too Easy" em junho, "Crash Out" em julho, "Melatonin" em agosto e "Pillow Fight" no começo de setembro.
A produção tem Zack Sekoff, Kimj, Couros e Andrew Wells, com Arca, Machinedrum e Ricky Reed no meio do caminho. Isso explica o disco andar por hyperpop, R&B, dança, jazz, new age e bedroom pop sem parecer colagem.
A imprensa: a NME deu cinco estrelas de cinco, e escreveu que o disco tem "confiança e introspecção" ao olhar para o que é ser uma mulher negra em Hollywood. A Billboard destacou a variedade. Metacritic e Pitchfork ainda não deram nota: o disco saiu hoje, e nota agregada leva dias.
A Taylor devolveu o disco de 2025 com quatro faixas novas: "Patient Zero", "Cleveland!", "Pink Clouding" e "Babylon". São dezesseis faixas ao todo.
Aqui a nota da imprensa existe, e ela conta uma história. O disco original fechou o Metacritic em 69 de 100, com 23 críticos. O Pitchfork deu 5,9 de 10 e escreveu que a música dela nunca foi menos interessante. A Rolling Stone deu cinco estrelas de cinco. O Guardian deu duas. Poucos discos recentes dividiram tanto quem escreve sobre música.
E dividiu aqui também: a média do disco original, faixa a faixa, é 3,6. A do Encore, por enquanto, está em 3,5.
Danceteria Afterhours saiu na quinta e é a primeira parceria entre as duas. É Danceteria, faixa do CONFESSIONS II, refeita para tocar de madrugada.
O nome não é acaso. A Danceteria era uma casa noturna de Manhattan, e foi lá, no começo dos anos 1980, que o DJ da casa ouviu a fita demo de uma cantora desconhecida e a levou até a Sire, gravadora do primeiro disco de Madonna. Quarenta e poucos anos depois, ela volta ao mesmo endereço com a artista que fez do clube pop o assunto da década.
Aqui dentro, a Danceteria original é a faixa de maior média do CONFESSIONS II, 4,8, e é também a que menos divide. De todas as faixas do disco, foi a escolhida.
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O Linkin Park lançou Unshatter Film Soundtrack (Live in São Paulo), gravado aqui. E, três dias antes, Adriana Calcanhotto e Arnaldo Antunes soltaram Vice-Versa de surpresa, onze faixas, com turnê marcada para 2027.
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Nota de imprensa é uma pessoa escrevendo. A média daqui é gente discordando faixa a faixa, e as duas coisas quase nunca batem.
Escolha um destes discos, ouça do começo ao fim e dê nota em cada faixa. Discordar é feature.
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